Estudo do Meio

A vida dos moradores das regiões afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão é foco da viagem dos alunos do 8º ano

O Estudo do Meio nas cidades históricas de Minas Gerais já é uma atividade tradicional do Magno, mas, neste ano, a viagem teve uma importância muito maior. Depois de acompanhar, no ano passado, a situação dos distritos afetados pelo rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana, o 8º ano voltou à região para averiguar se algo foi feito pela população.

 

Os alunos, professores e coordenadores se reuniram com uma série de pessoas que lidam diretamente com os efeitos desta tragédia. Em grupos, conversaram com Janaína Moraes, psicóloga da rede de saúde do município; Miriã Bonifácio, editora do jornal A Sirene, publicação produzida pelas pessoas afetadas pelo rompimento; Lívia Castro, coordenadora de turismo da Prefeitura de Mariana; e Thales França, responsável de comunicação da Fundação Renova, entidade criada para promover a recuperação das áreas atingidas com a população e as mineradoras.

 

A partir das entrevistas, os estudantes perceberam que o cenário para as vítimas é mais complexo do que se imagina. Os moradores de Paracatu de Baixo e dos locais mais prejudicados necessitam que a mineração continue na região, para que a economia se mantenha estável, mas, além de não serem auxiliados pelas empresas, eles são segregados por pessoas de distritos menos afetados. Dessa maneira, se sentem isolados.

 

Os alunos puderam sentir isso na pele ao visitarem o local da tragédia com residentes que perderam suas casas. A lama não só destruiu coisas físicas, mas também levou grande parte das histórias dessas pessoas.

 

Depois destas atividades, o 8º ano entendeu a responsabilidade que todos têm para não deixar que esses cidadãos sejam esquecidos, nem que injustiças sejam banalizadas.

 


Arte, meio ambiente e cultura


Além deste importante roteiro, os alunos visitaram a cidade de Ouro Preto, onde puderam aprofundar os estudos de História e Arte. O município ainda retém muitas características do Brasil colonial, o que proporcionou estudos de movimentos artísticos da época, como o Barroco e o Rococó, a partir das esculturas e construções das igrejas.

 

As turmas também foram ao Parque Natural do Caraça, onde puderam conhecer ambientes ricos em fauna e em flora. Todos até viram de perto um animal nativo ameaçado de extinção: o lobo-guara. A preservação ambiental e a sustentabilidade, pontos educacionais importantes da UNESCO, foram tema deste roteiro.

 

Além disso, houve realização de oficinas culinárias e artísticas. Os alunos colocaram a mão na massa para produzir deliciosos pães de queijo e puderam usar a criatividade em atividades de dança e de douramento com um escultor local. Isso permitiu que eles conhecessem mais das tradições do estado de Minas Gerais.

 

Ao final, foi uma viagem marcante para todos que participaram. Algo que levarão na bagagem para sempre!

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